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Estudo recente da McKinsey, desenvolvido em seis países, aponta que o mercado global de bem-estar está avaliado em mais de US$ 1,5 trilhão, com um crescimento anual estimado entre 5% e 10%. Já a Research Dive estima que a indústria global de saúde e bem-estar deve atingir mais de US$ 6,5 trilhões até este ano, além disso, a previsão é crescer a uma taxa composta de 4,8%, um número mais próximo da estimativa do Global Wellness Institute (GWI), que já apontava o tamanho do mercado em US$ 4,5 trilhões em 2019.
Diante de dados favoráveis, saúde e bem-estar, um dos objetivos da drenagem linfática, estão entre as tendências para abertura de novos negócios em 2026, seja com foco em produtos ou serviços.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu o bem-estar no reconhecimento do direito à saúde: “Saúde é o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidade”. Atualmente, o conceito está relacionado à percepção da saúde nos aspectos físico, mental e social, o chamado wellness.
Apps e serviços de autocuidado tendem a avançar
Os melhores negócios do segmento de wellness em 2026 incluem saúde digital e tecnologia, como aplicativos de nutrição e acompanhamento de saúde; alimentação saudável, com foco em produtos personalizados e convenientes; e serviços de autocuidado, como academias, estúdios e terapias complementares, como massagens relaxantes. O foco do mercado deve ser prevenção, autocuidado e bem-estar.
Essa visão integrada é reforçada, por exemplo, pela popularização de tecnologias como smartwatches e monitores de atividade, que fornecem dados em tempo real sobre métricas de saúde. O consumidor moderno busca soluções que reconheçam e atendam à sua complexidade como indivíduo. A saúde deixa de ser passiva para se tornar proativa, crescendo a busca por soluções com tecnologia, ciência e resultados visíveis.
Tendências para 2026
O relatório Futuro do Bem-Estar, divulgado pela McKinsey, aponta as tendências para este ano. A primeira delas diz respeito às tecnologias chamadas vestíveis: smart gadgets, dispositivos médicos e rastreadores de saúde. Com foco na saúde associada ao bem-estar, a categoria ultrapassa o uso de medicamentos e suplementos, tendo em vista um consumidor que busca mais informações, por meio de dados, para cuidar da própria saúde.
Outra tendência é a melhor nutrição. A ideia é que alimentos sejam consumidos não apenas por serem saborosos, mas também porque ajudam a atingir determinados objetivos. A pesquisa aponta que mais de um terço dos consumidores em todo o mundo planejam aumentar os gastos com aplicativos de nutrição, programas de dieta, sucos detox e serviços de alimentação por assinatura.
A longevidade aparece como um dos eixos centrais do bem-estar em 2026, impulsionada por uma mudança cultural em diferentes faixas etárias. Segundo o relatório da McKinsey, até 60% dos consumidores em diversos países afirmam que envelhecer de forma saudável é uma prioridade “alta” ou “muito importante”. O estudo também aponta que o interesse por longevidade não está restrito aos mais velhos. Gerações mais jovens vêm adotando uma postura mais preventiva.
Outra tendência são os aplicativos de exercício, que oferecem aulas gravadas ou ao vivo, treinos sob demanda e planos personalizados que podem ser feitos a qualquer hora e em qualquer lugar. O foco na aparência também aparece na lista de tendências. Além de pele bem cuidada e com elasticidade, olhos com brilho e corpo mais enxuto, estão incluídas as roupas voltadas para o bem-estar e os produtos de beleza.
Por fim, o conceito mindfulness inclui aplicativos que conduzem atividades como meditação, tendo em vista o relaxamento, a regulação emocional e o bem-estar. Neste nicho, é possível incluir o bem-estar alcançado por meio de experiências que oferecem resultados reais, como procedimentos estéticos e de beleza, por exemplo, alinhados a oportunidades de pausa e relaxamento.
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